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Funcionária do DED é vítima de terremoto .  

14/01/2010


A partir de informações do DED em Bonn

 

O DED Haiti confirmou a morte de uma de suas funcionárias do setor administrativo durante o terremoto ocorrido no país, na última terça-feira (12). O epicentro foi a poucos quilômetros da capital, Porto Príncipe. A profissional, de 61 anos, era austríaca, mas morava na região há muitos anos, e atuava na organização desde 2008. Ela foi atingida por um muro que desabou.

Informações recebidas pelo DED em Bonn dão conta que os cooperantes que atuam na região e suas famílias estão bem. O prédio da organização resistiu, sem danos. Porém, ainda não se sabe o quanto as organizações parceiras do DED foram atingidas pela tragédia.

Desde 2005, o DED atua no Estado do Caribe, onde, atualmente, trabalham 12 cooperantes na assessoria de governos locais, prevenção HIV/AIDS e na temática do meio ambiente.

O DED Brasil se solidariza com todas as famílias das vítimas dessa tragédia e com os colegas do DED Haiti.
Estimativas divulgadas nesta quinta-feira pela Cruz Vermelha haitiana indicam que entre 45 mil e 50 mil pessoas podem ter morrido em consequência da catástrofe.

Ainda segundo a organização, outras 3 milhões de pessoas teriam ficado feridas ou desabrigadas. Muitos outros podem ainda estar vivos embaixo de escombros.

 

campanha 1 Minuto pelo Clima quer saber o que brasileiro espera do governo em Copenhague .  

06/11/2009

Fonte: Assessoria do Observatório do Clima



(Com vídeos de até um minuto feitos em câmeras, webcams ou celulares, qualquer pessoa pode postar seu recado no site www.minutopeloclima.org.br. Mostras dos depoimentos serão enviadas ao presidente Lula no inicio de dezembro, antes da 15ª Conferência do Clima da ONU - COP15)

São Paulo - Cidadãos de todo o país se unem a partir de hoje até o dia 7 de dezembro em uma campanha na internet para pedir ao governo brasileiro que assuma compromissos concretos e um papel de liderança nas negociações do novo acordo climático global, que deve estipular metas e ações a serem assumidas por países de todo o mundo no combate e adaptação às alterações climáticas. O futuro acordo deverá ser definido em Copenhague durante a 15ª Conferência do Clima da ONU (COP15), do dia 7 a 18 de dezembro.

Para participar e influir na posição brasileira, basta produzir um vídeo de até 1 minuto, com filmadora, celular, ou webcam e inserir no YouTube com a tag minutopeloclima como palavra-chave. (Veja abaixo o passo a passo). Os depoimentos serão reunidos no site www.minutopeloclima.org.br criado especialmente para abrigar a campanha. A ideia central é a de que uma pequena ação pode colaborar para melhorar o clima do planeta.

Uma amostra dos depoimentos será enviada ao presidente Lula antes da viagem para Copenhague para que ele saiba o que os brasileiros esperam de seu governo em relação às mudanças climáticas. A iniciativa do Observatório do Clima (OC) - uma rede brasileira de organizações não governamentais e movimentos sociais que trabalham no combate às mudanças climáticas no Brasil - tem o apoio do Canal Futura.

Liderança
De acordo com Ricardo Barretto, do Observatório do Clima, "o Brasil tem um papel fundamental para mudar o rumo da história em Copenhague". Além de ser o quarto maior poluidor do mundo devido à degradação de suas florestas, o peso do país na decisão por um acordo global sobre o clima é grande, pois o Brasil tem cada vez mais espaço no cenário internacional como uma das dez maiores economias do mundo e uma atuação política cada vez mais em evidência.
Para o Observatório, Lula deve usar seu prestígio e trabalhar para influenciar outros líderes mundiais por um acordo climático efetivo. "Mas, para isso, o presidente precisa saber o que nós, a população brasileira, temos de expectativa em relação ao maior encontro multilateral dos últimos anos". Segundo Barretto, sem enorme pressão da sociedade, é grande o risco de haver um fracasso em Copenhague.

Veja como postar seu vídeo
Participar da campanha 1 Minuto pelo Clima é muito fácil. Basta gravar um vídeo de até 1 minuto utilizando sua câmera, webcam ou até mesmo o celular e publicar.

Passo a passo
Acesse ou abra uma conta no You Tube e clique no botão "enviar", ao lado do botão de pesquisa. Agora, clique "Enviar vídeo" e selecione o conteúdo que você quer publicar. Preencha os campos "título", "descrição" e "palavras-chave". Não se esqueça de utilizar a tag minutopeloclima como palavra-chave. Só assim o seu vídeo poderá entrar no site. Selecione agora a categoria e o modo de privacidade. Depois que o vídeo tiver sido carregado, salve as alterações e pronto. Você já estará ajudando.


Mudanças climáticas vão determinar nova economia na Amazônia .  

23/10/2009

Com informações da Secretária Executiva do Fórum Amazônia Sustentável

A floresta amazônica tem cada vez mais importância no cenário global das mudanças climáticas. A manutenção do clima, do regime hídrico e do patrimônio genético são apenas alguns dos serviços ambientais que a floresta presta à humanidade e que a colocam no foco do interesse mundial. Temas como Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), o papel dos povos da floresta na conservação e uso sustentável da biodiversidade e a economia de baixo carbono estabelecem a conexão entre o debate climático e o desenvolvimento amazônico. Por isso esses assuntos serão discutidos durante o III Encontro Anual do Fórum Amazônia Sustentável, dias 28 e 29 de outubro em Belém (PA). Estudiosos, organizações sociais, governos, empresários e ONGs participarão do evento. (Veja programa abaixo).

O encontro será o último evento relacionado às mudanças climáticas realizado no Brasil antes da Conferência do Clima, no mês de dezembro em Copenhague. A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, fará parte da cerimônia de abertura. Ela integra o grupo dos governadores amazônicos envolvidos nas propostas que o Brasil levará para a COP 15. A programação terá início com a conferência magna do professor Ignacy Sachs, da Escola de Altos Estudos Sociais de Paris, que também participa dos debates do primeiro painel: O desafio brasileiro: desenvolvimento includente e sustentável. No debate estarão também Rubens Gomes, do Grupo de Trabalho Amazônico - GTA, o executivo Fábio Abdala (Alcoa) e o professor José Eli da Veiga, da Universidade de São Paulo.

Foco na Amazônia
O segundo painel do dia: Desafios para o desenvolvimento sustentável da Amazônia apresentará o enfoque regional na busca da sustentabilidade. Participam Beto Veríssimo, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - Imazon, os executivos Yuri Feres (Wal-Mart), Sérgio Amoroso (Grupo Orsa) e Ricardo Henriques (BNDES) e o prefeito de Paragominas (PA), Adnan Demachki. O município está se tornando uma referência na Amazônia quando o assunto é redução do desmatamento e políticas públicas sustentáveis.

O fundamental é que o desenvolvimento na Amazônia seja resultado de uma economia pró-floresta, defendem algumas das vozes mais influentes sobre o tema. "No debate internacional sobre as mudanças climáticas, a Amazônia aparece como vilã dos desmatamentos maciços - que devem ser coibidos - e não como um gigantesco laboratório para o desenvolvimento sustentável construído com base no bom uso da terra", lembra Ignacy Sachs, da Escola de Altos Estudos Sociais de Paris. É essa nova visão para a Amazônia que estará no centro das discussões do III Encontro Anual do Fórum Amazônia Sustentável.

"Será necessário um esforço nacional e global se quisermos ter a Amazônia preservada. O modelo de desenvolvimento que tinha o desmatamento como principal vetor está condenado. As políticas públicas não podem mais se resumir ao controle do desmatamento. É preciso investir em pesquisa, educação e estimular uma economia de baixo carbono", diz o pesquisador Adalberto Veríssimo, do Imazon.

Segundo Veríssimo, o manejo florestal, a remuneração por serviços ambientais via-REDD, o aproveitamento de áreas desmatadas para a pecuária, hidreletricidade e o turismo também devem ser estimulados. Para Adriana Ramos, do Instituto Socioambiental, o desenvolvimento da Amazônia depende da valorização da floresta e de toda sua diversidade biológica e cultural. "Desmatar é um problema para o clima; conservar é uma solução" aponta.

O Brasil na COP-15
III Encontro Anual do Fórum Amazônia Sustentável será encerrado com o debate sobre Mudanças Climáticas e COP-15. O assessor do Ministério do Meio Ambiente, Tasso Azevedo, trará os últimos informes sobre a posição brasileira para a conferência do clima. Farão parte da mesa Neilton Fidelis, do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas - FBMC, o executivo Luiz Claudio Castro (Vale), Francisco Iglesias, do Fórum Brasileiro de Ongs e Movimentos Sociais para o Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente - FBOMS e o líder Julio Barbosa, do Conselho Nacional de Seringueiros - CNS.

O Fórum Amazônia Sustentável exerce um importante papel político na articulação da sociedade brasileira em torno do tema das mudanças climáticas, sua relação com os povos da floresta, e a preservação da Amazônia na perspectiva do desenvolvimento econômico e social. Em 2009, a entidade promoveu uma série de eventos para influir na posição do governo brasileiro durante a COP 15. Em agosto, articulou com vários segmentos sociais e entregou ao governo brasileiro uma Carta de Princípios sobre REDD (veja em: www.forumamazoniasustentavel.org.br). Também realizou um debate sobre REDD e Povos da Floresta no Acre e participou da organização do evento que reuniu em São Paulo, no final de agosto, os principais empresários brasileiros para discutir a participação do setor privado no combate às mudanças climáticas.

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Sobre o Fórum: O Fórum Amazônia Sustentável é um espaço permanente de debates sobre a Amazônia. Foi fundado em novembro de 2007 com a missão de mobilizar representantes de diversos segmentos sociais e promover diálogo e cooperação para articular ações visando a uma Amazônia justa e sustentável. Navegue www.forumamazoniasustentavel.org.br
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PROGRAMAÇÃO DO III ENCONTRO ANUAL

28.10.2009

08:00h Credenciamento
08:30h Cerimônia de abertura
Governadora do Pará, Ana Júlia Carepa
Representantes da Comissão Executiva do Fórum
09:30h Palestra magna de abertura
Ignacy Sachs (Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris)
10:15h Painel 1: O desafio brasileiro: desenvolvimento includente e sustentável
Ignacy Sachs (Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris)
Rubens Gomes (Grupo de Trabalho Amazônico - GTA)
José Eli da Veiga (Universidade de São Paulo - USP)
Fábio Abdala (Alcoa)
11:30h Debate
Moderação: Caio Magri (Instituto Ethos)
12:30h Almoço
13:30h
Painel 2: Desafios para o desenvolvimento sustentável da Amazônia
Beto Veríssimo (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - Imazon)
Yuri Feres (Wal-Mart)
Sérgio Amoroso (Grupo Orsa)
Ricardo Henriques (BNDES)
Adnan Demachki (Prefeito de Paragominas/PA)
15:00h Debate
Moderação: Adriana Ramos (Instituto Socioambiental - ISA)
16:00h Lanche
16:30h Painel 3: Mudanças Climáticas e COP-15.
Tasso Azevedo (Ministério do Meio Ambiente - MMA)
Neilton Fidelis (Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas - FBMC)
Luiz Claudio Castro (Vale)
Julio Barbosa (CNS)
Francisco Iglesias (Fórum Brasileiro de Ong's e Movimentos Sociais para o Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente - FBOMS)
17:30h Debate
Moderação: Sérgio Guimaraes (Instituto Centro de Vida - ICV)
18:30h Programação cultural
Show acústico com Nilson Chaves

29.10.2009

09:00h Dinâmica motivacional
09:30h Apresentação dos resultados do ano II
11:00h Avaliações e debates
12:00h Almoço
13:30h Programação cultural
Filme "Crianças da Amazônia", de Denise Zmekhol
15:00h Plenária deliberativa
Temas prioritários e agenda 2010
16:00h Lanche
16:30h Dinâmica motivacional
17:00h Encerramento

Seminário debate sustentabilidade e mobilização de recursos para ONGs nordestinas .  

27/09/2009

 

O evento, que acontecerá de 30 de setembro e 2 de outubro, no Recife, é uma iniciativa do Diálogo da Cooperação Internacional Nordeste (articulação formada por IS Brasil, KNH, DED Brasil e Unicef ) e Aliança Interage ( que reúne organizações de cooperação internacional, institutos e fundações empresariais).

No cenário de mudanças da cooperação internacional, agravado pela crise econômica mundial, as organizações sociais brasileiras têm buscado alternativas para garantir a sustentabilidade e para captar investimentos. Com o objetivo de debater os desafios e caminhos para o fortalecimento das organizações da sociedade civil nordestinas, o Diálogo da Cooperação Internacional Nordeste e a Aliança Interage promovem o "Seminário Sustentabilidade e Mobilização de Recursos para OSCs - Uma visão político-estratégica para o Desenvolvimento do Nordeste", de 30 de setembro a 2 de outubro, na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no Recife. O evento conta, também, com o apoio da Oxfam, Unicap e Fundação Konrad Adenauer Stiftung.

O objetivo do encontro, que pretende reunir cerca de 100 organizações da região, é refletir sobre o cenário atual, permitir a troca de experiências e elaborar propostas para a sustentabilidade das organizações. A palestra de abertura, no dia 30 de setembro a partir das 20h, será da economista Tânia Bacelar. Ela abordará "O Cenário do Desenvolvimento Econômico do NE - Tendências e Desafios Pós-Crise Global". Outro destaque nesse dia será a exposição do consultor Domingos Armani. O sociólogo gaúcho enfocará "A Sustentabilidade Institucional das OSCs no Nordeste e as Mudanças no Contexto da Cooperação Internacional".

"Um dos principais desafios é ampliar a visibilidade e a projeção pública das ONGs junto aos meios de comunicação, empresas e governos", diz Armani. "A articulação entre as organizações para o fortalecimento do segmento é outra saída para a sustentabilidade", completa ele, que tem mais de uma década de experiência em consultoria no campo do Desenvolvimento Institucional no Brasil e no exterior.

Para a gerente do programa Desenvolvimento Institucional e Comunitário, do Instituto C&A, Janaína Jatobá, será possível fazer uma leitura detalhada do contexto atual no evento. "É a oportunidade de observar os principais desafios e desenhar estratégias para o fortalecimento dessas instituições", diz. Janaína é uma das palestrantes do painel "Empresas e ONGs: como aproximar distâncias entre setores - oportunidades e riscos", que ocorrerá dia 1º de outubro, às 14h.

"A grande importância do seminário é incentivar o diálogo intersetorial e inserir o tema como pauta estratégica das ONGs", diz Heike Friedhoff, representante da DED, agência de cooperação do governo alemão e integrante do Diálogo da Cooperação Internacional Nordeste. Segundo ela, os conteúdos debatidos no seminário serão posteriormente publicados e disponibilizados para consulta.

As palestras do dia 30 de setembro são abertas às organizações da sociedade civil interessadas pelo tema. Para participar, é preciso fazer a inscrição através do telefone (81) 3244.6391 ou pelo e-mail dialogoci@yahoo.com.br Já as atividades dos dias 01 e 02 de outubro são direcionadas a organizações convidadas.

Sobre o Diálogo da Cooperação Internacional Nordeste e a Aliança Interage

O Diálogo da Cooperação Internacional NE é uma articulação formada pelo Serviço Alemão de Cooperação Técnica e Social (DED), Serviço Internacional (IS Brasil), Kindernothilfe (KNH) e UNICEF. O grupo começou a se reunir em 2007, a partir da observação da nova conjuntura da Cooperação Internacional no Brasil, especialmente no Nordeste, visando abrir um debate sobre questões estratégicas, identificar ações que poderiam ser desenvolvidas em parceria e propostas para o aprofundamento de temas e desafios comuns entre as organizações. Dentre essas temáticas, a sustentabilidade e a mobilização de recursos para organizações sociais, em especial no tocante aos fundos públicos e aos recursos destinados pelas empresas a parcerias com organizações sociais tem assumido destaque nas discussões. O objetivo principal dessa articulação é o de contribuir para o fortalecimento das entidades com as quais as agências têm parcerias no Brasil.

A Aliança Interage é um coletivo institucional, que reúne organizações de cooperação internacional, institutos e fundações empresariais. Fazem parte da Aliança: o Instituto C&A, Instituto Arcor Brasil, Fundação AVINA, Serviço Internacional (IS Brasil), Save the Children UK e Plan Internacional.

A Aliança Interage foi criada em 1998 e tem como missão criar condições para o fortalecimento institucional do tecido social do Nordeste, visando ao desenvolvimento de políticas e ações sociais sustentáveis na região. Os eixos de atuação da Aliança são: fortalecimento institucional de organizações sociais para sua sustentabilidade e mobilização de recursos; relacionamento e estímulo ao investimento social privado e disseminação de conhecimento em ambos os temas.


Serviço
Seminário Sustentabilidade e Mobilização de Recursos para OSCs - Uma visão político-estratégica para o Desenvolvimento do Nordeste
Data: de 30 de setembro a 2 de outubro de 2009
Local: Auditório José de Anchieta (G1) - bloco G - 1º andar - Universidade Católica de Pernambuco - Rua do Príncipe, 526, Boa Vista, Recife/PE


Programação


30 de setembro

19h30 - Abertura

Professor Pe. Dr. Pedro Rubens Ferreira - reitor da Universidade Católica de Pernambuco

20h - Palestra

"O Cenário do Desenvolvimento Econômico do Nordeste - Tendências e Desafios Pós-Crise Global" - Tânia Bacelar (consultora)

"A Sustentabilidade Institucional das OSCs no Nordeste e as mudanças no contexto da cooperação internacional" - Domingos Armani (consultor)
1º de outubro

"Caminhos estratégicos para fortalecer o ambiente de sustentabilidade"
08h - 1º Painel

"Marco Legal, Fundos Públicos e a Cooperação Internacional no Brasil"

Lisandra Arantes (Abong)
Deputado Federal Paulo Rubem Santiago

11h15 - Feira de Ideias

OSCs debatem suas idéias sobre tema a escolher em relação à MR

14h - 2º Painel

"Empresas e ONGs: Como aproximar distâncias entre setores - oportunidades e riscos"

Vivianne Naigeborin (consultora)
Janaína Jatobá (Instituto C&A)

16h - Apresentação de Experiências de Mobilização de Recursos no Nordeste Brasileiro
A Cosntrução de um Plano de MR - O Caso da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) - Lia Silveira

02 de outubro

"Iniciativas e lições aprendidas à procura da sustentabilidade"

Apresentação de Experiências de Mobilização de Recursos no Nordeste Brasileiro

08h30 - 3º Painel - O caso do Movimento de Organizações Comunitárias (MOC) - Parcerias com Empresas e a Doação de Recursos por Pessoas Físicas - Klaus Minihuber

09h15 - O caso da articulação do Semi-Árido (ASA) - A Relação do Movimento com o setor Privado e o Setor Público, Avanços e Desafios - José Aldo dos Santos

11h15 - Feira de Ideias

OSCs debatem suas idéias sobre tema a escolher em relação à MR

14h - 4º Painel
"Desdobramentos e Futuros Passos" - Estratégias e Propostas para o Futuro
16h - Reflexão

 


4ª SEMANA DE AGROEOCOLOGIA E 1º SEMINÁRIO DE FIBRAS NATURAIS DO BAIXO AMAZONAS .  

10.09.2009

O Centro de Apoio a Projetos de Ação (CEAPAC) realizará, no período de 16 a 19 de setembro de 2009, em Santarém (PA), a quarta edição da Semana de Agroecologia e o primeiro seminário de fibras naturais da região do Baixo Amazonas Paraense.

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Radialistas discutem meio ambiente na capital paraense .  

 

 

 

 

 

 

 

Parceria inédita entre a DW Akademie e o DED, no Brasil, leva curso de jornalismo ambiental para rádios comunitárias e educativas

 

08/09/2009

Por Dayse Freitas

A jovem Clébia Costa só tem 20 anos de idade, mas já acumula um grande engajamento social em sua trajetória. Ela faz parte da equipe que atua na Rádio Comunitária Campo Verde FM 95,1, no município de Itaituba, Oeste do Estado do Pará. Trabalhando no programa "Bons Verdes, Bons Frutos", que vai ao ar de segunda à sexta-feira, a nova comunicadora tenta engajar-se nas discussões sociais e ambientais tão necessárias para o desenvolvimento sustentável de sua região.

Agora Clébia está em Belém para integrar o grupo de comunicadores radialistas que, no período de 07 a 18 de setembro, participarão do Curso de Jornalismo Ambiental - Módulo Básico, promovido pelo centro internacional de capacitação de profissionais de mídia da empresa pública de comunicação internacional da Alemanha, a Deutsche Welle Akademie (DW), em parceria com o DED e o Centro de Estudos e Práticas de Educação Popular (CEPEPO), além do apoio do Fórum em Defesa das Rádios Comunitárias (FDRC).

Focado principalmente nas rádios comunitárias e educativas, o curso tem o objetivo de fomentar as discussões ambientais nesses veículos de comunicação. Realizado pela terceira vez em uma cidade da região amazônica, a iniciativa chega à Belém por meio de uma articulação inédita entre a DW e o DED na região.

Durante duas semanas, os participantes aprofundarão seus conhecimentos sobre meio ambiente e ecologia, redação para rádio, conceitos básicos de web, organização de mesas redondas, entrevistas, além de outros conteúdos trazidos por uma equipe de profissionais da DW Akademie.

De acordo com o coordenador e um dos facilitadores do curso, Arno Rochol, a DW trabalha a partir de demandas das instituições parceiras e o curso de jornalismo ambiental já pode ser considerado a principal temática abordada no país desde que os cursos vieram para o Brasil, em 2004. "O primeiro curso aqui no Pará foi realizado na cidade de Santarém, em 2008, através da parceria com a Rede Amazônica de Notícias, formada por oito rádios, entre comunitárias e educativas. Agora, nosso objetivo é iniciar outro projeto aqui no Pará com a possibilidade de realizar uma seqüência de mais dois cursos", explica o coordenador.

A parceria com o DED possibilitou a escolha dos participantes, onde cada pessoa convidada representaria uma rádio comunitária e/ou educativa. O processo de inscrição priorizou entidades do interior do estado, principalmente pela temática do curso e na tentativa de fortalecer o movimento de rádios comunitárias, que atualmente sofre um processo de criminalização no Brasil. Além da representatividade de Itaituba, o curso conta com a participação de comunicadores de Altamira, Ananindeua, Marabá, Marajó e da capital Belém.

Os recursos financeiros para a realização do curso foram financiados pelo Ministério Alemão de Cooperação Social e Econômica, por isso, as áreas priorizadas são as regiões mais pobres, como o Norte e o Nordeste do Brasil. Em Belém, o local escolhido para a realização do curso foi a sede da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que além da sala e do laboratório de informática, oferece alojamentos para a hospedagem dos participantes e facilitadores.

Para Heike Friedhoff, coordenadora de Fortalecimento da Democracia do Programa Amazônia (DED Brasil), a parceria com a DW Akademie chega em um momento oportuno, pois o DED está com as atenções voltadas somente para a Amazônia, depois de atuar por 43 anos também no nordeste brasileiro. "A preservação ambiental e as discussões sobre as mudanças climáticas são prioridades para o DED neste momento, portanto, a parceria com a DW, sem dúvida, é muito interessante para reforçar a nossa missão", destacou.
Heike também destacou a importância desse tipo de temática no sentido global e a relevância do trabalho para a região amazônica. "Em uma região onde as distâncias geográficas ainda dificultam a comunicação, o fortalecimento das rádios comunitárias é fundamental para o desenvolvimento sustentável", finalizou a coordenadora.

Deutsche Welle Akademie - A instituição foi criada em 1964 como um centro internacional de capacitação de profissionais de mídia da Deutsche Welle (DW), empresa de comunicação internacional da Alemanha. Desde de sua fundação, realizou cursos na Alemanha, em países da América Latina e países de língua portuguesa. Já foram realizados cursos nas áreas de economia, eleições, jornalismo de paz e meio ambiente, esse último introduzido no Brasil em 2004, com a realização do primeiro curso na cidade de Recife (PE). As parcerias com o DED já resultaram em cursos em outros países na América Latina, na África e Ásia. No entanto, é a primeira vez que as duas instituições realizam uma parceria semelhante no Brasil.

 

 

Seminário discute Sustentabilidade e Mobilização de Recursos para OSCs a partir de uma visão político-estratégica.  

O evento acontece no Recife (PE), no dia 30 de setembro.

Ligue e confirme sua participação!

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Serviço Alemão promove debate sobre a contribuição das ONGs para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste .  

30/06/2009

O DED realiza, na próxima sexta-feira (03), em sua sede, no Recife (PE), uma Mesa-Redonda, que terá como tema "A contribuição e os desafios das organizações da sociedade civil para o desenvolvimento sustentável do Nordeste do Brasil". O encontro contará com exposições do coordenador geral do Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos do Governo Federal, Fernando Matos, e da Coordenadora do GAJOP, que representará a Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (ABONG) Regional, Célia Rique. A atividade reunirá, ainda, integrantes de entidades parceiras do DED de vários estados do NE.

Na ocasião, haverá, também, o lançamento de um caderno, que conta a experiência de parceria entre o DED e um conjunto de organizações da sociedade civil brasileira no processo do Forum Social Mundial 2009. A publicação fala da comunicação estabelecida entre as entidades, das atividades realizadas antes e durante o evento em Belém (PA) e traz um resumo dos debates ocorridos nas oficinas.

O evento desta sexta-feira integra a programação de encerramento das atividades do Programa Nordeste do Serviço Alemão, que, há 43 anos, contribui com a região na perspectiva do fortalecimento da democracia e do desenvolvimento rural sustentável. A atuação, nesse período, ocorreu através de diversas linhas temáticas: Desenvolvimento Urbano, Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, Novos Mercados para a Agricultura Familiar, Combate à Desertificação, Planejamento Territorial, Fortalecimento e Empoderamento das Organizações de Mulheres, entre outros.

A partir de 2010, o DED atuará especificamente na Amazônia, onde já tem trabalhos iniciados. Naquela região, colabora com a proteção e o manejo sustentável da floresta, através de uma atuação integral, visando, também, à melhoria da qualidade de vida das famílias da região e ao fortalecimento das organizações locais.

Trabalho e Família: rumo a novas formas de conciliação com co-responsabilidade social .  

22/06/2009

Fonte: PNUD

Nunca tantas mulheres participaram do mercado de trabalho na América Latina, mas elas têm de aceitar condições piores que os homens no emprego, diz relatório do PNUD em parceria com a OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Acesse a matéria produzida pelo PNUD e o relatório na íntegra.

Trabalho e Família: rumo a novas formas de conciliação com co-responsabilidade social - ver mais...

Agricultor familiar atingido por secas e enchentes vai receber ajuda do governo .  

15/05/2009

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

 

 

 

 

 

 

Brasília - Uma linha de crédito emergencial de R$ 285 milhões foi criada para socorrer os agricultores familiares atingidos pela seca, na Região Sul, e pelas chuvas nas regiões Norte e Nordeste, segundo anunciou hoje (14) o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. A liberação dos recursos deverá ser formalizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) até a próxima segunda-feira (18) e o dinheiro estará disponível nos bancos em até dez dias.

Cada família poderá financiar até R$ 1,5 mil, com juros de 0,5% ao ano e até dois anos para o pagamento. O dinheiro poderá ser utilizado por agricultores familiares de municípios atingidos pelas secas ou enchentes com decretos de situação de emergência reconhecidos pelas defesas civis estaduais. De acordo com o ministro, pelo menos 300 mil famílias estão nessa situação.

"É o chamado dinheiro na veia, são recursos para que o agricultor familiar enfrente esse período ruim com um pouco mais de tranquilidade. São mecanismos para que a situação seja menos ruim, menos dolorosa para as famílias", disse.

Além do crédito emergencial, o governo vai liberar R$ 50 milhões para financiar a venda de milho a preço mínimo para agricultores familiares na Região Sul. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai garantir estoques para venda de até 50 sacas de milho por família a R$16 cada, para garantir a alimentação do rebanho nos próximos meses. De acordo com o MDA, o preço de mercado é de R$ 21.

Mais R$ 50 milhões serão liberados para pagar os custos financeiros da prorrogação de R$1,4 bilhão de dívidas dos pequenos agricultores.

As parcelas vencidas ou a vencer de contratos de custeio do Programa Nacional de Agricultura Familiar(Pronaf) serão prorrogadas até 1° de agosto nos municípios atingidos pelas secas e 1° de outubro no Norte e Nordeste - prazo para o agricultor ir ao banco e renegociar a dívida em até três anos, com pagamento da primeira parcela em 2010.

Para os empréstimos de investimento, o vencimento da parcela poderá ser prorrogado para o fim do contrato.

Segundo Cassel, R$ 454 milhões já foram liberados para o pagamento de seguro a agricultores familiares na Região Sul, que tiveram perdas com a seca. Mais R$103 milhões já estão disponíveis para o pagamento do Programa Garantia de Safra.

Adolescentes indígenas do Amazonas participam de oficinas sobre HIV-aids e DST, valorização da vida e direitos .  



A mobilização acontece em duas regiões do Estado que concentram altos índices de alcoolismo, consumo de drogas e suicídios entre os povos indígenas

Por: Assessoria de Comunicação Coiab

Março - 2008

 

Adolescentes indígenas das regiões do Alto Rio Negro e do Alto Rio Solimões do Amazonas serão qualificados como multiplicadores, em suas comunidades, de informações sobre HIV-aids, DST, direitos dos povos indígenas e valorização da vida. O projeto é desenvolvido pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), em parceria com a Oficina Escola de Lutheria da Amazônia (OELA), prefeituras municipais, e apoio técnico-financeiro do UNICEF- Fundo das Nações Unidas para a Infância. Além do português, as publicações utilizadas nas atividades serão impressas nas línguas dos próprios indígenas.

As oficinas acontecerão na Maloca da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), em São Gabriel da Cachoeira (AM), de 05 a 07 de março; e na Aldeia Filadélfia, em Benjamin Constant (AM), de 19 a 21 de março. Os adolescentes que se tornarão multiplicadores das informações, em suas aldeias, serão treinados para falar sobre direitos dos povos indígenas e temáticas voltadas para os principais desafios da juventude das diversas etnias do Alto Rio Negro e do Alto Rio Solimões, regiões do Amazonas com altos índices de alcoolismo, consumo de drogas e suicídios entre os povos indígenas.

"Este projeto é muito importante para os povos indígenas, especialmente para os adolescentes que se tornarão protagonistas do enfrentamento de seus próprios desafios", considera o mobilizador jovem indígena do projeto, Délio Alves.

As atividades serão realizadas em parceria técnica com a Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas (SUSAM), responsável pelas palestras sobre saúde; e Fundação Alfredo da Matta, que forneceu cartilhas sobre HIV-aids e DST, construídas pelos indígenas, em português e em suas próprias línguas. Também foram convidados para participar das oficinas, Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), Fundação de Vigilância Sanitária (FVS), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Secretarias Estaduais de Educação (SEDUC) e de Assistência Social (SEAS).

Valorização

Além do português, as cartilhas sobre "HIV-aids e DST", utilizadas nas oficinas, serão impressas nas línguas baniwa, tukano e nhengatu, para a oficina do Alto Rio Negro; e em ticuna, para o Alto Rio Solimões. Os adolescentes também conhecerão seus direitos garantidos na Declaração Internacional dos Direitos dos Povos Indígenas, de 13 de setembro de 2007; por meio de discussão conduzida pelo secretário executivo da COIAB, Sebastião Manchineri.

"Participei ativamente da construção da Declaração, na Suíça, e considero fundamental que nossos adolescentes tenham acesso a este documento que nos garante o direito às nossas especificidades, autonomia e livre determinação", considera Manchineri.

Para a oficina do Alto Rio Solimões, a Declaração foi traduzida para a língua ticuna, pela Organização Geral dos Professores Ticuna Bilíngües (OGPTB). "Achamos esta uma oportunidade única para nossos adolescentes conhecerem temas de relevância para seu desenvolvimento, e, principalmente, em sua própria língua", considera o presidente da OGPTB, professor Constantino Lopes.

Agenda Criança Amazônia

A mobilização dos adolescentes indígenas, do Alto Rio Solimões e do Alto Rio Negro, faz parte das ações da Agenda Criança Amazônia, um amplo processo de mobilização social para a efetivação de políticas públicas que garantam os direitos da criança e do adolescente nos nove Estados da Amazônia Legal Brasileira. No desenvolvimento desta proposta, em 2007 e 2008, foram mobilizados prefeituras municipais, governos estaduais, conselhos de direito e tutelares, sociedade civil organizada, universidades, instituições de pesquisa, veículos de comunicação, empresários, organizações não governamentais, promotores e juízes. No Amazonas, 20 municípios participaram desta construção nas regiões do Entorno de Manaus, Baixo Amazonas, Alto Rio Negro e Alto Rio Solimões.

De 2009 a 2012, a Agenda será ampliada para os 750 municípios dos nove Estados da Amazônia Legal. Os 62 municípios do Amazonas serão convidados a participar, e aqueles que conseguirem se destacar no avanço das políticas públicas voltadas para a infância e adolescência ganharão um reconhecimento internacional: o Selo UNICEF Município Aprovado.

Veja a programação de vários estados divulgada pela Marcha Mundial das Mulheres .  

Crise financeira é um dos temas do Encontro Estadual de Mulheres (PE) .  

03 de março

Fonte: Assessoria de Comunicação do Forum de Mulheres de Pernambuco

 

 

 

 

Na semana que antecede o 08 de Março - Dia Internacional da Mulher - o Fórum de Mulheres de Pernambuco realiza mais um Encontro Estadual de Mulheres. Cerca de 200 militantes da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão estarão reunidas para discutir as condições de vida das pernambucanas. A atividade acontece de 04 a 06 de março, no Recife.

Entre os temas do encontro estão os impactos da crise financeira na vida das mulheres, a violência e os desafios da participação política. Na programação, está prevista, também, uma mesa sobre as condições de trabalho para as mulheres negras.
Na sexta-feira (06), o FMPE e organizações parceiras do movimento de mulheres realizam um ato público, em formato de Tribuna Livre, onde as participantes poderão reivindicar e fazer denúncias de violação dos seus direitos. A ação começa às 9h, em frente do Mercado de São José, Centro do Recife.

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CARAVANA LILÁS TAMBÉM EM PERNAMBUCO


Na próxima sexta-feira (06/03), as militantes do Centro das Mulheres do Cabo (PE) saem às ruas da cidade para divulgar os direitos humanos femininos. A Caravana Lilás, uma das ações da entidade na passagem do Dia Internacional da Mulher (08/03), vai levar um ônibus de mulheres para as comunidades do município do Cabo de Santo Agostinho. A idéia é promover rodas de diálogo sobre temas como saúde, sexualidade e enfrentamento à violência nos bairros da Charneca, Pirapama, Ponte dos Carvalhos, Cohab e São Francisco. Os debates vão ser transmitidos, ao vivo, pelo programa Rádio Mulher, veiculado pela Rádio Calheta FM, uma emissora comunitária legalizada da cidade.

 

Coletivo Mulher Vida (PE) divulga programação para marcar o Dia Internacional da Mulher .  

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Outras matérias .  

Mais informação:

Moradores de Resex discutem impactos ambientais da Hidrelétrica de Belo Monte.

17/11/2009

Fonte: CDS

O Comitê de Desenvolvimento Sustentável (CDS) de Porto de Moz (PA) promoverá, nos dias 29 e 30 de Novembro, o II SEMINÁRIO XINGU VIVO NA RESERVA EXTRATIVISTA (RESEX) VERDE PARA SEMPRE. A atividade acontecerá na Comunidade Pedreira, Rio Acaraí , naquele município.

O evento objetiva promover um debate entre os moradores da reverva sobre os impactos ambientais causados com a possível construção da Hidrelétrica de Belo Monte. Na ocasião, haverá a apresentação de um painel pelos especialistas do EIA (Estudo de Impactos Ambientais).

Cerca 300 participantes estão sendo aguardados, entre moradores, integrantes de instituições de pesquisas, lideranças do Movimento Social da Transamazônica e do Movimento Xingu Vivo para sempre, representantes de órgãos do governo Federal, Estadual e Municipal e do Ministério Público Federal e Estadual.

O Seminário Xingu Vivo na Resex Verde Para Sempre dá continuidade à discussão iniciada por ocasião do Seminário dos Povos Indígenas de Altamira, em maio de 2008, e do Seminário Xingu Vivo da Foz do Rio Xingu, em Porto de Moz, em Dezembro de 2008.

Mais informações: Comitê de Desenvolvimento Sustentável - Rua Profª. Simpliciana Farias, 1535 –Cidade de Porto de Moz – PA – fone/fax: 93 3793 1733 – e-mail: comite.desen@terra.com.br.

Entrevista com o novo diretor do DED Brasil .

30/03/2009



O DED Brasil, a partir deste mês, tem um novo diretor. O nome dele é Karl Ahlers. Em entrevista, ele fala da sua experiência profissional, da sua alegria de estar assumindo essa função e dos desafios da organização nessa cooperação com o Brasil.



Onde o Senhor nasceu?

Waldniel, Niederrhein (estado Nordrhein-Westfalen, Alemanha)

Já esteve no Brasil?

Sim, em algumas oportunidades: nos anos de 1994 e 2007 para férias; e, no ano passado, passei duas semanas fazendo um curso de português, e outras duas semanas preparando a mudança do DED de Recife para Brasília.

Que outras atividades já desenvolveu junto ao DED e outras organizações, e em que países?
Tenho uns 24 anos de experiência na cooperação técnica alemã.

Fui diretor de DED no Peru (2 anos), Chile (3 anos), Namibia (5 anos), Sudan (7 meses). Atuei, ainda, como especialista na área de formação de professores no Ministério de Educação do Peru (4 anos) e como diretor de orçamento no escritório central do DED, em Bonn ( 8 anos).

Como se sentiu ao ser designado para atuar aqui?

Fiquei muito feliz em poder trabalhar no Brasil.

A partir desse olhar de quem chega, como o Senhor percebe a atual conjuntura do país?

Percebo que o Brasil está no caminho correto do desenvolvimento, mas estou preocupado com uma situação relacionada ao meio ambiente, que é o desmatamento da floresta.

Como percebe a presença do DED (responsabilidades, desafios) dentro desse contexto?

O DED está reestruturando seu programa no Brasil. No fim de 2009, vamos fechar o programa no Nordeste. No futuro, o DED vai se concentrar no trabalho na Amazônia. O desafio maior é contribuir com impacto para o resgate da Amazônia e do seu desenvolvimento sustentável. Além disso, a mudança do escritório e o começo de um novo programa para voluntários são outras responsabilidades para este ano.

Como pretende fortalecer o diálogo com as entidades brasileiras parceiras do DED e com outras organizações da cooperação?

Com a mudança do escritório para Brasília, o DED pretende fortalecer sua cooperação com o governo brasileiro, especialmente com o Ministério do Meio Ambiente e Ministério do Desenvolvimento Agrário, a cooperação com outras organizações alemãs, e continuará a sua cooperação com as ONGs.


Mulheres brasileiras na conexão Ibérica: um estudo comparado sobre migração irregular e tráfico.


De 6 e 7 de abril, acontecerá, em Brasília, a oficina Mulheres brasileiras na conexão ibérica: um estudo comparado sobre migração irregular e tráfico. O evento, que é uma iniciativa da Rede Ibero-Americana de Prevenção e Cidadania de Pessoas - especialmente de mulheres e jovens (RIMA), da Universidade de Brasilía (UnB) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), contará com a presença do DED Brasil.

Na ocasião, será lançado o banco de dados sobre Tráfico de Pessoas e Exploração Sexual de Crianças, Adolescentes e Mulheres, criado pelo Violes (Grupo de pesquisa sobre violência e tráfico de pessoas no contexto da exploração sexual comercial de mulheres, crianças e adolescentes) e pela RIMA, com o apoio técnico e financeiro do DED. O banco é uma ferramenta importante na construção de estratégias de combate a essas formas de violência.

Dentro da programação, estão previstas apresentações de estudos e pesquisas realizadas no Brasil, Portugal e Espanha sobre tráfico de pessoas, migração e deportação, além de experiências em saúde e educação.

Um dos pontos centrais da oficina será a articulação da Pesquisa sobre Migração, Tráfico e Exploração, na Perspectiva da Saúde/Vulnerabilidade de Pessoas Vítimas.


Acesse o Banco de Dados




Mulheres brasileiras na conexão Ibérica: um estudo comparado sobre migração irregular e tráfico - ver mais...

COIAB prorroga prazo para inscrições no Centro Amazônico de Formação Indígena (CAFI).


Jovens lideranças indígenas interessadas em se inscrever podem enviar documentação até o dia 20 de março


A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) prorrogou para até o dia 20 de março as inscrições para o curso técnico de Gestão Etnoambiental do Centro Amazônico de Formação Indígena (CAFI) 2009. O curso de Técnico em Gestão Etnoambiental é único em toda a Amazônia para formação de profissionais indígenas que atuarão direta e indiretamente no fortalecimento de suas organizações, de seus povos e territórios, por meio das informações e conhecimentos técnicos que adquirirão durante o curso.

O curso pretende reunir no CAFI, em Manaus (AM), quinze jovens lideranças indígenas vindas de toda a Amazônia, para num período de oito meses participarem e concluírem o Curso de Técnico em Gestão Etnoambiental. As aulas oferecem instrumentos técnicos e teóricos para que os estudantes saiam preparados para atuarem na defesa e utilização sustentáveis dos seus territórios, possibilitando que as organizações indígenas da Amazônia Brasileira sejam auto-suficientes em recursos humanos para a atuação na área de meio ambiente.

“Essa demanda é especialmente importante no atual contexto do movimento indígena, quando a gestão das terras indígenas legalmente conquistadas é colocada em primeiro plano. Essa gestão depende da efetiva participação de lideranças indígenas nos rumos dos debates nacionais e internacionais sobre biodiversidade, aquecimento global, recursos naturais, hídricos e outros temas de grande importância para os povos indígenas e para o mundo”, avalia o coordenador da COIAB, Jecinaldo Sateré.

Por meio de parcerias, a COIAB conseguiu instalar o seu próprio Centro de Formação que funciona em Manaus, oferecendo dois cursos distintos: Gestão Etnoambiental e Gestão de Projetos. O CAFI oferece aos alunos selecionados: casa de estudantes para homens e para mulheres, bolsa de estudos, professores qualificados, alimentação, transporte local e passagem aérea ida e volta para suas regiões.

Formação
O curso de Técnico em Gestão Etnoambiental, destinado aos indígenas com interesse na formação para atuarem nas questões ambientais e territoriais, terá duas etapas: presencial (sala de aula) e prática (atividades de campo). Na etapa presencial, em Manaus, o aluno participará de nivelamento em conhecimentos sobre informática, português instrumental, noções de organização social e política e movimento indígena. Na segunda fase, ele adquirirá conhecimentos técnicos necessários para atuar na defesa e utilização sustentável dos seus territórios.

“A etapa prática consistirá num estágio supervisionado de dois meses nas organizações e regiões de origem dos alunos, com retorno ao CAFI para apresentação dos relatórios finais e recebimento dos certificados”, explica o diretor do CAFI, Camico Agudelos.

A COIAB é responsável pela seleção dos alunos do CAFI, por meio do seu Comitê Gestor que analisa e seleciona os currículos e toda a documentação dos candidatos enviados pelas organizações. No processo de seleção será valorizada a proporção de gêneros (homens e mulheres) para composição da turma.

Os interessados deverão enviar para a COIAB os seguintes documentos: currículo do aluno(a) - indicar dados para contato (telefone, celular, e-mail, etc); carteira de Identidade e CPF (Xerox); certificado de conclusão do ensino médio (Xerox); questionário exibido no site da COIAB preenchido (www.coiab.com.br); carta Compromisso da Organização e/ou comunidade indígena.

A documentação deverá ser enviada para: Avenida Ayrão, nº. 235 – Presidente Vargas (antiga Matinha), CEP: 69.025-290 – Manaus/Amazonas. Quaisquer informações: (092) 3621-7501, na COIAB, ou (092) 2127-6800, no CAFI. Se o candidato preferir, poderá também encaminhar as documentações em versão eletrônica (digitalizada) para os seguintes e-mails: secretaria@coiab.com.br / gets@coiab.com.br e cafi@coiab.com.br.

Programa Nacional da Sociobiodiversidade realiza parceria com a Cooperação Alemã.




O DED, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a GTZ – Agência de Cooperação Técnica Alemã firmarão uma parceria para a implementação do Programa Nacional de Cadeia e Produtos da Sociobiodiversidade. A iniciativa vai unir as competências específicas de cada organização para o cumprimento das diversas metas estabelecidas no Programa.

Dentro da proposta, o DED atuará com conhecimento técnico e experiência especifica através de parcerias com instituições governamentais e não governamentais em projetos de desenvolvimento rural, uso sustentável dos recursos naturais, desenvolvimento institucional, local e regional com gestão participativa e fortalecimento da democracia e da sociedade civil.

O acordo, que será oficializado em breve, apresenta, entre as linhas temáticas para atuação conjunta, as seguintes ações: apoio à processos de parceria com o setor privado, visando à inserção no mercado dos povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares (PCTAF); promoção de redes de cadeias de valor da sociobiodiversidade em áreas acordadas, como também incentivo e fortalecimento da participação de organizações da sociedade civil nessas redes; e monitoramento dos impactos, incluindo gênero, visando mensurar os resultados e promover ajustes quando necessário. O Programa Nacional de Cadeia e Produtos da Sociobiodiversidade é coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário e Desenvolvimento Social

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